domingo, 30 de outubro de 2016

A crença do "Sangue & Solo" e o sacríficio do holocausto



O nazismo fundado com profundas raízes ocultistas de sociedades secretas como "Thule" e "Vrill" tinha a pretensa de ser uma restauração das antigas religiões pagãs e dos mitos nórdicos e germânicos assim como a versão atual tem raízes na antiga Babilônia. Dentre os aspectos desse neopaganismo que substituiria gradualmente mesmo o cristianismo estava uma volta ao feudalismo pela crença travestida de nacionalista no "Sangue & Solo" germânicos. Ela não apenas valorizava a terra germânica como "sagrada" como propunha numa relação dual do sangue germânico assim como do sangue que purificaria as terras. A conotação implícita de um grande sacrifício, inicialmente pelas guerras provocadas pelas invasões que Hitler iniciava ligava a este conceito para que conseguisse dar lugar a sua versão da "Nova Ordem Mundial", uma oferenda em suas crenças.

A cosmogonia nazista, sobretudo, acreditava que a cepa ariana era descendente dos Atlantis - ainda que originalmente o termo "ariano" seja cunhado aos povos do Tibet o qual investigavam e de onde veio a suástica - e que assim teria o papel de dar a luz a uma nova raça humana através da eugenia e do holocausto das 'raças inferiores' como afrodescendentes, judeus assim como deficientes de todos os tipos. O vínculo do sangue estava codificado em suas crenças que tinha origem numa teosofia.

Natural supor assim que o holocausto desde o termo cunhado originalmente com a conotação de uma oferenda era a concretização da "purificação" do solo germânico pelo sangue de suas vítimas, ou seja, a morte. O objetivo assim não era apenas o extermínio de raças, mas para que consagrasse a seu neopagnismo o solo germânico que até mesmo iria construir toda uma nova capital.

O povo germânico no começo da era cristã não passavam de tribos como os vândalos entre outras, até que a cristianização fora feita pelo império Romano que implementou o catolicismo. Aos poucos o estado de civilidade emergiu até que se tornando o berço da reforma protestante de Lutero se tornou um dos países mais protestantes e em seu auge e de igual berço da mecânica quântica detendo os melhores físicos do mundo. O fato é que a Alemanha do Kaiser parecia então destinada a ser abençoada mesmo após terem perdido a I Grande Guerra Mundial, até a ascensão de Hitler ao poder em 1933 levando a gradual fuga de cérebros assim como de cristãos. Em sua sede pelo poder e de impor suas crenças a força, Hitler, chegou até mesmo sitiar o Vaticano onde houve um plano para sequestrar e matar o então Papa Pio XII.

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