sábado, 29 de outubro de 2016

O Aumento da Violência Sexual

Faço questão de agourar o caldo dos devassos até porque não prego o que não vivo ante aqueles que apenas se aproveitam do desejo e sonhos alheios para depois descarta-lo!

A cultura do sexo se tornou um culto a carne e instintos primitivos onde a mulher é um descartável objeto de mero prazer provisório, a relação do coito não vai além do orgasmo. Daí é um passo para o estupro. Devem confundir sua própria madre com um bueiro de rua.

Porém, justamente os momentos pós orgasmo é que revelam o que são de fato: parte do vazio. Nenhum "deus" daria uma revelação tão simplória da existência assim senão Mephisto, pois a mediocridade dá coitos, mas fazer amor vai além do orgasmo.

A lógica disso é ensinar a mulher ser provocante e sensual desde criança para quando crescer e ser estuprada culpa-la!

 O machismo é antigo na humanidade, porém, a maneira atual como é utilizado no sexismo demonstra algo no mínimo alarmante mesmo em pleno século XXI onde de um lado a mulher parece ter seu papel reduzido ao de dona de casa e reprodutora e, noutro, a dos mesmos receptáculos de esperma dos cultos a prostituição do antigo império romano em nome de deuses pagãos da orgia como Báco ou Dionísio.

Claro que a mulher normalmente teve um papel secundário na história humana e mesmo na bíblia tirando eventuais personalidades como Ester. Mas hoje as vezes não parece ser tão diferente de séculos atrás onde termos machistas cristalizam a ideia de ser homem é um ato superior como afirmar que alguém 'seja homem' como signo de coragem.

O fato, no entanto, é que os altos índices de estupros veem aumentado vertiginosamente no Brasil e no mundo, em parte por fatores de migração e choques culturais como na Suécia e por outro lado por uma cultura sexista que vende a mulher como um objeto de desejo a vulgarizando quando não a diminuindo a condição de um "animal" como em músicas funk que cantam as chamando de "cachorras", por exemplo. Curiosamente na bíblia isso parece estabelecer um precedente ao Anticristo proclamado na mesma uma vez que fica claro em Daniel 11,37 que refere-se a ele como sem qualquer respeito pelo amor das mulheres.

Há até mesmo cultos satânicos que, dizem, submeter a mulher a inúmeros parceiros, a força e doutrinas esotéricas que afirma que quanto mais sexo fizer mais "espiritual" será a pessoa. Numa pesquisa realizada no Brasil cerca de 35% dos estupros não são notificados a polícia de modo que estima-se que uma mulher a cada um minuto é estuprada, podendo ser dez vezes maior que o estimado originalmente. Tal ato é o mais brutal crime contra a lei de liberdade sexual nº 12.015 que parecem crescer ao lado do estupro coletivo, exploração sexual e tráfico de mulheres. No dia 30 de setembro, por exemplo, duas adolescentes (de 14 e 15 anos) foram sequestradas e estupradas coletivamente em cárcere privado em Paulina, São Paulo. Há outros inúmeros casos que foram notificados sem contar os que não são conhecidos.

Ao cristão verdadeiro cabe denunciar tais abusos sobretudo compreendendo que frequentemente esses atos têm sido associado enganosamente a doutrina bíblica patriarcal, lembrando que em nenhum trecho bíblico tal prática é ensinada ao contrário de doutrinas da Jihad islâmica que fazem escravas sexuais através dos grupos extremistas como o Estado Islâmico (antigo ISIS).

É um ato boçal que evidentemente tem raízes retrógradas, as mesmas que, no entanto, será um cenário comum do Apocalipse descrito pelo apóstolo João relacionado ao mistério da injustiça e ao império da Babilônia. Mesmo no Pentateuco bíblico tais práticas são associadas como as da abominável Sodoma onde não somente mulheres como homens eram violentados e até mesmo os anjos enviados por Deus para destruí-la quase igualmente foram estuprados.

O ato sexual é uma criação de Deus para o ser humano, de modo que deve ser praticado licitamente, conforme as leis humanas assim como para o cristão dentro dos ditames dos valores cristãos, isto é, dentro de um casamento a dois.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/05/30/numero-de-casos-de-estupro-no-brasil-pode-ser-10-vezes-maior.htm

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